Mostrando postagens com marcador NOMES DA CIDADE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NOMES DA CIDADE. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Postado Por digo-provo | Tag :

Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa – Nasceu no dia 23/ 07 / 1865 , em Umbuzeiro , Paraíiba, e faleceu aos 76 anos em 13/02/1942  -  foi um político e jurista brasileiro, foi  11º  presidente da república  entre 1919 e 1922,

Foi ainda deputado federal em duas oportunidades, ministro da Justiça, do Supremo Tribunal Federal, procurador-geral da República, senador três vezes, chefe da delegação brasileira junto à Conferência de Versalhes e juiz da então Corte Internacional da Haia. 

DE GASPAR LOPES À EPITÁCIO PESSOA
HISTORICO DA LINHA: O ramal de Macau foi aberto em 1918, chegando até Pedro Avelino, com apenas 28 km. Em 1950 foi prolongado até Afonso Bezerra. Finalmente chegou a Macau, nos anos 1960. Jamais foi desativado oficialmente, mas está sem tráfego de trens desde praticamente que a CFN assumiu o trecho em 1997.
A ESTAÇÃO: O nome do povoado de Gaspar Lopes foi conservado até 1921, quando teve o nome alterado para Epitácio Pessoa, em homenagem ao Presidente da República que concluíra o ramal da E. F. Central do Rio Grande do Norte, ligando a localidade a outras regiões do Estado. Com a chegada da linha do trem e a consequente inauguração da estação ferroviária de Epitácio Pessoa, em 8 de janeiro de 1922, o povoado viveu dias de desenvolvimento e de expansão na sua produção agrícola e no comércio, onde o progresso claramente chegava pela ferrovia.  Em 1938 foi elevado a distrito e em 23 de dezembro de 1948 desmembrou-se de Angicos, passando a chamar-se Pedro Avelino, numa homenagem prestada ao jornalista de Angicos, Pedro Celestino Costa Avelino, falecido em 1923. A estação foi ponta de linha até 1950, quando foi inaugurada a estação seguinte, Afonso Bezerra.
Fontes: Marcos Calaça; Idema, RN; Guia Geral de Estradas de Ferro do Brasil

Postado Por digo-provo | Tag :

PEDRO CELESTINO DA COSTA AVELINO

Natural de Angicos- RN, nascido a 19 de maio de 1861, faleceu no ano de 1923. Era filho de Vicente Ferreira da Costa Avelino, Anna Bezerra da Natividade.
Com 18 anos de idade partiu para o recife. De 1879 a 1884 viveu na capital pernambucana.
Em 1885 volveu ao RIO Grande do NORTE.
Começou, então, a sua carreira literária.
chegou a desfrutar uma situação de destaque, integrando, em 1898, a redação da “A República”, a voz da mais alta e prestigiosa corrente partidária do Estado, Juntamente com Alberto Maranhão, Juvenal Lamartine e Manoel Dantas
Deixou “A República”, a 4 de setembro de 1901, para dirigir “A Gazeta do Comércio” ,  em Recife, dirigiu “O Pernambucano”, e fundou “a Pátria”. No Rio de Janeiro, foi redator do “Comércio do Brasil”, fundando, depois, “O Correio do Brasil”, jornal variado e brilhante ao qual deu o melhor do seu talento.
Colaborou, ainda, na Capital da República, em todos os grandes jornais da época, notadamente, no “O Pais”, “a Imprensa”, “A Época”,, “Correio do Norte” “A Tarde” e “A Razão”.
foi nomeado, em 1912, prefeito do Acre, cargo que desempenhou por algum tempo.
Faleceu à meia noite do dia 20 de julho de 1923, deixando viúva d. MARIA DAS NEVES ALVES AVELINO, com cinco filhos, dentre eles o Senador GEORGINO AVELINO ,
PEDRO AVELINO: Quando se fizer a história sincera do jornalismo potiguar, com as suas lutas e os seus homens, haverá para Pedro Avelino uma auréola de glória.
FONTE: LIVRO ANGICOS DE ALUÍZIO ALVES, 1940